Ana Beatriz Nestlehner Cardoso de Almeida

Portfólio de experimentações da Bia

Elenilda Suss interpretando Jack Nap

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Chiqueiro Fau 2008

Pintura coletiva. Sob a nossa iniciativa

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a fuga

a fuga

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Rafaelo Ribeirão Branco – marionete de massinha de modelar

Iniciando as expermentações para a produção das próprias marionetes.

 

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Finalizando a Graduação

enfim arquiteta

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Movimento Estudantil ( USP/2011)

Porque no final,…, voltamos as intrigas do começo?

Vota-se, e tenta-se deliberar….

Dura-se horas,…, qualquer motivo é contradição – manobra.

Segunda? ou? Sexta? / o nome? / Os burocratas!!!/ Os que querem ser burocratas!!/

Mas afinal e os eixos?

É esse o movimento estudantil?

A MESA VIRA PALCO;  A PLENÁRIA VIRA PLATÉIA.

A meta é aumentar  o envolvimento politico dos estudantes contra a opressão imposta pela estrutura de poder da universidade ?

Ou será aumentar movimento estudantil em números ?  melhorar a fotografia?

Meta-Poder?

É impossível criar a unidade através da pluriparidade?

PAU é PEDRA, PEDRA É PAU?

A verdade é que não é possível nem conversar, nem entre nós mesmos:

Empata-se ———–>  47 X47

e só existe 1 verdade?

Tudo vira manobra!!!

de um lado———————————e do outro

maioria não é clara, a diferença é dada por algumas cabeças….

É isso? entre os dois times, vale tudo para  o domínio do poder?

E a luta pela democracia? Há democracia?

A democracia de quem se interessa…

E há  os que se interessam mais

(O cuidado para não virar rev. dos bichos)

Em primeiro lugar somos TODOS ESTUDANTES. É isso, somos unidos por categoria.

Uma maioria com menor poder deliberativo de toda universidade.

Vamos conquistar o poder para nós? ou? ou entre nós?

E enquanto discutimos,  Rodas andam.

E se mudássemos a dinâmica?

Sentássemos em roda,

deixarmos todos falar ,

ouvir a todos,

conversássemos,

lavando a roupa suja,

uma D.R. …..?

talvez no final

déssemos as mãos…

Não é o que dizem? A união não faz a força?

Veremos ano que vem….

… uma calorada POLITIZADA!

” Quer dizer, já não foi possível existir sem assumir o direito e o dever de optar, de decidir, de lutar, de fazer política” 1

Aos educadores…

Sei que:  ” é um ano de trabalho, e não  um mês…”

espero que estimulem a curiosidade crítica.

Não basta repetir jargões.

Tem que questionar,  questionar o que é posto, se questionar…

“E uma das condições necessárias a pensar certo é não estarmos demasiado certos de nossas certezas”2

Tanto as de lá, como as de cá.

Informar além da PATHOS.

E é claro

UNIÃO ————-coração!.

Ser o seu reflexo>>> Juntos >>>

Só seremos livres e fortes, quando de fato conseguirmos ouvir, falar, conversar, criticar, e discernir passando por cima dos pré conceitos…

Alias  ” Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que se reconheça a força  dos condicionamentos a enfrentar”3

….. Deixando de disputar entre nós,

damos as mãos,

e conquistamos a Liberdade……

1,2e3 Pedagogia da Autonomia – Paulo Freyre

obs: Esse texto foi escrito durante o período de movimentação estudantil da USP ocorrida no final de 2011. Não vou discutir os motivos e nem as necessidades de haver um posicionamento politico e uma organização de classe para a conquista de espaço de negociação. Apesar de todas as controvérsias desse caso específico, o movimento estudantil existe e é importante que exista. No caso de 2011 ocorreu um aumento significativo da participação de estudantes que não estavam envolvidos nos grupos  políticos/partidários da USP. O motivo para a paralisação foi considerado importante e relevante pelos 5000 mil estudantes que costumavam frequentar as assembleias e manifestações.  Eu participei como independente.  Nas minhas investidas presenciei  uma situação de competição entre os partidos e movimentos (aparentemente coligados e divididos em dois grupos rivais). Após uma das passeatas no centro de São Paulo, foi votado em assembléia a criação de uma entidade de poder absoluta, que seria responsável pela greve, a partir desse momento qualquer ação só teria validade se passasse pela reunião do COMANDO DE GREVE. As  reuniões determinavam, quais seriam as ações e quem seriam os personagens que decidiriam sobre o caminhar da greve. Os integrantes desse Comando de Greve deveriam ser eleitos nas assembleias de curso com a finalidade de defender o interesse dos discentes das respectivas unidades . Envolvida, fui eleita como representante da FAU e pude participar ativamente de algumas reuniões do Comando. Vi de perto a briga e rincha entre os grupos políticos . O Comando de Greve, que deveria estar ali para dirigir o movimento estudantil para conquistas dos eixos (motivos/demandas) dos 5000 mil estudantes que estavam frequentando as assembleias gerais, muitas vezes, perdia o foco  gastando o tempo em brigas para a disputa de poder politico dentro do movimento. As votações, tanto das reuniões do comando de greve como das assembleias, estavam rachadas ao meio. O interesse comum era perdido na simples escolha de um pela negação do outro. 

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o Móbile da Bia

Este objeto é formado por geodésicas retrateis, cabos e apoios.

Quando montado  possuí 4.50 m de altura e 1 metro de diâmetro.

A  logística de montagem desenvolvida permite a a redução de seu volume no que diz respeita ao armazenamento e transporte .

É ideal para jardins, mas também pode ocupar áreas internas com pé direito diferenciado.

ainda há possibilidade de variações formais

O kit contempla suas partes e uma manual com sugestão de montagem.

feito sobre encomenda

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Caderninho de viagens 3

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Este caderninho/carteira, que normalmente carrego comigo e retrato parte de minhas viagens.

Este passou pela Amazonia, Centro Oeste, Sao Paulo, Iporanga.

Algumas imagens podem  ser vistas com filtro RGB

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MOVA – homenagem a athos bulcão/ homenagem a hundertwasser/ Arte da Vila 2011

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Sou um dos idealizadores do MOVA – Movimento O. Vários Ambulantes. Como intuito tentamos envolver o transeunte para participação de atividades artísticas.

Nossas ultimas ações foram, no edifício de arquitetura da FAU USP , Palco do Lago, e na Arte da Vila 2011 – no Atelier do Bill Soares, rua Belmiro Braga.

Estamos experimentando colagens gigantes usando  Lambi-Lambi e papel de Seda.

Homenagem a Athos Bulcão – Intervenção na parede de 80m2 do estudio 4 da fau. A atividade teve carater participativo. Preparamos a parede e o material, chamamos a comunidade FAU.  Para fazer alusão aos trabalhos de Athos Bulcão, trouxemos papeis modulares recortados e quadrados de 30×30. Para facilitar o trabalho construimos um grid subdividindo a parede em espaçamentos de 60x 120.

Para embasamento de linguagem, levamos alguns exemplos do trabalho do artista. A ação durou 5 horas.

Homenagem a Hundertwasser – trabalho desenvolvido de forma semelhante ao anterior. A ação ocorreu durante o festival do palco do Lago , com participação livre.

Arte da Vila 2011 – Atelier Bill Soarez – dessa vez a participação do transeunte foi menor, apesar da tentativa de envolve-los, acreditamos que o caráter do evento resultou na relação de observador x artista, dificultanto o envolvimento na produção do painel.

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trabalho desenvolvido para a matéria CAP 0300 Práticas Performativas

Nesse trabalho, baseio-me em Maya Deren. Não realizei pesquisa de aprofundamento teórico, mesmo que devesse, entretanto, a aula que tivemos sobre ela foi a mais representativa para mim.  Identifiquei-me com o seu interesse e estudos antropológico sobre a religião voodoo dos negros do Haiti. A possibilidade de haver um mundo paralelo, com entidades sobrenaturais sempre esteve entre meus medos e crenças obscuras. Histórias sobre “visagens”, “bruxas” e “entidades” permearam minha infância e adolescência. Outro aspecto marcante dos trabalhos de Maya Deren é seu teor “caseiro” envolvendo os amigos e sua residência como objeto e co-sujeitos de sua ação. Sobre o caráter estético de seus filmes, o que me toca é a forma como consegue tirar o espectador da realidade lógica, usando para isso a manipulação dos recursos tecnológicos de sua época, trabalhando com a luz, ilusão de óptica, a repetição e inversão trechos, e associação de discursos inesperados. De todos os trabalhos da artista, The Very Eye Of Night (1958) é minha maior referência.

A insatisfação rondava os meus trabalhos desenvolvidos no estúdio já que o meu processo esteve ligado mais ao aprendizado do que a execução de um projeto. “Como projetar uma Foto Encenada?’’. Foi na experiência da prática performativa sonora que tive o estímulo de iniciar experimentações e outros tipos de representações. Na frente de meu piano gravei uma série de trechos dissonantes, enlouquecidos e experimentais. A partir da dissonância resolvi, de momento, propor algo que confundisse o sentido do espectador, como os sonhos…ou, pesadelos… locais,onde os  sinais informativos, os signos, se misturam, perdem o sentido concreto e abrem-se  a novas interpretações.

“… mas que elas existem, existem…” é em parte, a expressão da minha intimidade; dos meus medos; da minha persona; meus fantasmas e das minhas entidades. Eu não acredito, mas que elas existem, existem…

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Retratos experimentais a mão + photoshop

Entrei em crise, achando que nao conseguiria mais desenhar um retrato. Fiz alguns experimentos a grafite, nanquim e aquarela. Depois brinquei um pouco no  Photoshop.

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Colagens

Gosto de pegar, mapas e  papeis distribuídos nas ruas, faculdade, cinema, bares e etc….

Quando estive em Berlin juntei cerca de um gavetão com esse tipo de material. Na hora de voltar pra casa tive que escolher alguns deles e descartar o resto.  Foi quando fiz a minha primeira colagem  : “Berlin no Verão”, depois vieram “Alice em São Paulo”, “Enamorados” e  “Férias na Europa”, esse ultimo quase foi jogado fora no aeroporto de Paris, eu o resgatei no meio do container de lixo.

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caderninho de viagens II

Caderninho de viagens,  em geral

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Intervenção e experimentação com formas Modulares


Querendo provocar uma ilusão de ótica, fiz uma mascara de circunferências.  Intervi na parede do chiqueirinho, que na época estava muito poluída. A imagem da “Menina”, foi feita em parceria com o Rainer. O entorno texturizei com bolinhas a direita e com o numero 2 a esquerda.  No “Trabalho em Andamento”, o caracol é uma máscara desenvolvida pelo Max.

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Alice em um parque de Amsterdam

O tempo que estive na Holanda foi realmente inesquecível. O Vinicius irmão do Dé, nos recebeu em seu apartamento, com a melhor vista de todos os tempos. O Starr, apareceu sem avisar e nos levou pra nos perder pela cidade.

 

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Alice em Wundrland

No período que morei em Berlin, acabei passando dois meses na India.

Voltei para a Europa cinza, questionando meus valores, verdades e cultura.

São infinitas as possibilidades, e,  cada um teria a sua forma de interpretar, ver,  pensar, expressar.

A expressão já seria uma forma de interpretação. O que seria absoluto?

Seríamos todos Alices, com seu respectivo pais das maravilhas.

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pira de quatro

Entrei em uma fase de experimentações com modulo de tipografia, A principio nanquim sobre papel, depois brinquei um pouco no photoshop

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caderninho de viagem

Europa inicio de 2010

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Primeiros Vitrais

Esses foram as primeiras experimentações. Treinando a mão e fazendo cores

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Pinturas de Iporanga

As ilustrações foram desenvolvidas para uma matéria da FAU, com a intenção de construir um livro que remetesse as lembranças infantis. Iporanga, foi palco das minhas estribulias de férias. E ainda habita a melhor parte de minhas lembranças

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